
Mudei, de mala e cuia, para: http://colorizar.floresnajanela.com/
Obrigada a Nath por ter me dado um espaço no domínio dela!
Obrigada aos visitantes desse blog pelos comentários! Atualizem seus links!
Abraços!

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Esse “Meme da Infância” tem rolado em vários blogs que eu visito. Ninguém me passou, mas eu resolvi fazer do mesmo jeito! Não vou repassar pra ninguém, se você quiser fazer também, tá liberado! Só me avisa pra eu ir ver!
Regras
1 – Colocar as regras expostas no post
2 – Colocar 9 imagens que marcaram a sua infância, pode ser programa de televisão, passatempos, recreações tudo que demonstre sua infância.
3 – Explicar cada imagem
4 – Indicar 5 pessoas para fazer esse meme

Casa da Barbie
Não era bem essa da foto, era uma maior, que eu ganhei de Natal do meu avô. Era toda cor de rosa e um sucesso, pois eu era a única no prédio que tinha a casa, as outras crianças traziam alguns móveis e a gente brincava a tarde toda. No fim ela foi doada pra alguém quando a gente cresceu, eu acho.
Xuxa
Minha mãe costumava dizer que a Xuxa era nossa babá, porque a gente ficava na sala hipnotizada pelas músicas e brincadeiras enquanto ela aproveitava pra cuidar da casa sem garotinhas na cola dela. Muitas, muitas lembranças de infância com o Xou da Xuxa, depois quando eu já era mais crescidinha tinha o Xuxa Park que era mais ou menos. Eu tinha os vinis dela e sempre dançava, até hoje se bobear e tocar em alguma festinha estarei dançando!
Piscina
No prédio que eu morei durante a minha infância, tinha uma piscina (ainda tem!). Era a alegria da criançada! O ruim é que não batia muito sol nela, então as mães não deixavam a gente mergulhar sempre. Mas mesmo assim brinquei e nadei muito!

Chiquititas
Não perdia um episódio, mesmo que não entendesse algumas tramas. Nem preciso falar que sabia todas as músicas e as coreografias, né? Até dancei uma vez especialmente no dia das mães! Era uma briga entre as meninas pra ser a Vivi, eu sempre acabava sendo a Bia e odiava isso, porque ela era meio que a malvada das meninas… Depois, quando entraram os meninos já começou a ficar sem graça, e daí em diante as milhares de novas versões tão bestas que eu nem assisti, gostava só da primeira mesmo!
Glub-glub
Eu pensava que eram peixes de verdade! Hahahahaha… Muito bizarro! Mas era tão divertido, eu gostava de todos os desenhos que passavam, especialmente de um que até hoje eu e minha irmã chamamos de “o pintorsinho” porque a gente não sabe o nome original – era muito bom!
Rá-Tim-Bum
Ah, me divertia horrores assistindo! Tinha várias partes favoritas, hoje me lembro mais daquele “Senta que lá vem a história…”. A entrada do programa também era ótima! Eu e minha irmã sempre nos abaixávamos quando o bolo batia na tela – duas loucas… Tão divertido (já disse isso)!

O Rei Leão
Aposto que marcou 9 entre 10 infâncias. No meu caso, de um jeito diferente: minha tia nos deu a fita em inglês, e só fomos perceber quando já estava rolando no videocassete (então não dava mais pra trocar)! Resultado, eu assistia legendado e sabia todas as músicas em inglês, enquanto as outras crianças cantavam em português! Foi aí que começou meu inglês (tá certo que eu falava tudo errado, mas falava)! Era meu filme favorito, e ainda está no top 10 melhores animações.
Babar
Era um desenho canadense que passava na tv Cultura, sobre um elefante que se tornava “civilizado”, era muito bonitinho e com lições de moral para as criancinhas no final. Pra ter uma idéia do quanto eu amava esse desenho, teve uma vez que minha irmã escorregou no banho e luxou o pulso e minha mãe tava sozinha com a gente e me chamou pra ir no hospital levar a minha irmã, e eu falei: “Pode esperar o Babar terminar?”. Sem noção, né? Hahahaha…
Backstreet Boys
Eu já era mais crescidinha, mas eles entram na lista mesmo assim. Era louca pelo Kevin e o Howie D, de ter pôster na parede e ver se nossos signos combinavam. Chorava pra ter todos os cds, dançava todas as músicas e quando não sabia direito a coreografia, inventava uma. Assim como o Rei Leão, eles também ajudaram muito no meu inglês (mesmo que eu cantasse tudo errado, pelo menos cantava)!
Também merecem ser mencionados
Spice Girls (Girl Power! Eu sempre era a Geri nas brincadeiras), Five (os BSB britânicos!), Mulan (o primeiro filme que eu lembro de ter assistido no cinema), Castelo Rá-Tim-Bum (Nino! Zequinha! *-*), Eliana, Angélica (imitações da Xuxa), praia de Juquehy (eu vivia lá!), Ursinhos carinhosos (eu morria de medo Coração Gelado e até hoje sei gritar igualsinho a Laura: “Malvaaadooo”!!), Pica-pau, Chaves (gosto até hoje!).
Pra mim, não tem como assistir seriados sobre famílias e não fazer alguns paralelos com a minha. Foi identificação instantânea a relação de mãe e filha em “Gilmore Girls” com a que tenho aqui em casa, a semelhança é incrível. Agora que estou assistindo (e adorando!) “Brothers & Sisters”, passei a pensar mais nos meus irmãos. Eu tenho um irmão com o qual tinha um relacionamento bom no passado que se tornou inexistente hoje, e uma irmã que no passado me deu muita dor de cabeça, ficou inexistente por um tempo e hoje nossa relação pode ser classificada como boa. Eu amo os dois, só gostaria que não fossemos pessoas tão diferentes – essas variações extremas de personalidade entre nós são bem difíceis de lidar. Mas como ouvi alguém da família Walker sabiamente dizer, você não ama uma pessoa porque ela é perfeita. Você ama sendo ela o que é.
Sentou-se na confortável cadeira do computador, abriu um novo documento no Word. A página em branco era seu desafio, deslizar os dedos sobre as teclas formando palavras e frases era sua arte: o som do teclado, uma sinfonia de criatividade fluindo. Mesmo que momentaneamente, deligava-se do resto do mundo, não percebendo nada do que acontecia a sua volta. Aquele era seu mundo, o das palavras. Desejava com todas as forças ter o mínimo de talento para saber expressar-se através delas, sem deixar para trás nenhum texto, conto, livro. Os dias se passam e tudo o que ela quer é escrever, nem que seja qualquer coisa, nem que seja um desabafo que irá diretamente para a lixeira. Porque escrever é o que ela faz, bem ou mal, mas sempre.
Construíram um prédio em frente ao meu. Parte do crescimento vertical e populacional da cidade, coisa normal. Algumas pessoas já se mudaram para o prédio, entre elas, as amigáveis. Elas são três garotinhas, duas delas irmãs e a terceira não sei (deve ser amiga ou prima), que moram no terceiro andar. Uma tarde dessas, enquanto minha mãe e minha tia estavam na varanda aqui de casa – com vista panorâmica da varanda delas – as garotinhas começaram a gritar, em coro:
_ Vizinha! Oi, vizinha! Vizinha!
Minha mãe e minha tia não estavam muito para papo aquele dia (ou não queriam dar corda mesmo, se não elas não parariam nunca) e saíram da varanda, ao que as três responderam gritando:
_ Falem com a gente, nós somos amigáveis! Nós somos amigáveis!
Desde então temos como vizinhas, não são as meninas super poderosas, mas as meninas super amigáveis!
PS: Depois do fracasso na tentativa de estabelecer contato com os moradores desse apartamento, elas continuam com sua missão, gritando amigavelmente para chamar outros vizinhos que gostem de bater papo entre prédios. Um dia terão sucesso?
Hoje o Colorizar completa um ano de vida. Para comemorar, meu top 5 posts que merecem ser lembrados!
- Distância
http://colorizar.wordpress.com/2008/02/22/distancia/
- Papel e Caneta
http://colorizar.wordpress.com/2008/02/04/papel-e-caneta/
- Senhora do Meio-Fio
http://colorizar.wordpress.com/2008/05/12/senhora-do-meio-fio/
- O Homem que Varria Demais
http://colorizar.wordpress.com/2008/08/27/o-homem-que-varria-demais/
- Quando Ela Passa
http://colorizar.wordpress.com/2008/09/10/quando-ela-passa/
Muitas felicidades, muitos anos de vida colorida!
Costumam dizer que quando estamos morrendo, o que vivemos passa como um filme diante de nós. É o que acontece com Ann: ela reflete sobre as escolhas que fez e as consequências delas, enquanto nos apresenta em flashbacks seu passado. É estranho pensar que tudo o que fazemos são escolhas, simples e complexas. Como escolher entre o amor verdadeiro e o conveniente para a época? Eu não teria as mesmas atitudes que Ann e sua amiga Lila em momentos cruciais, mas as entendo perfeitamente.
No filme, Meryl Streep e Mamie Gummer, mãe e filha na vida real, interpretam Lila – jovem e mais velha. A participação da Meryl é pequena e marcante – fez bem ao coração a cena com ela. Quem me chamou atenção foi Hugh Dancy, no papel de Buddy, irmão de Lila e amigo-apaixonado-bêbado-escritor frustrado dos tempos de faculdade com Ann. Nunca tinha dado muita atenção ao mr. Dancy, mas nesse filme ele ”entrou no personagem”, como diria minha mãe, e me deixou numa confusão de sentimentos por Buddy.
O filme estreou em julho desse ano, não sei se pode ser visto nos cinemas – eu assisti num cinema pequeno de Santos que geralmente passa filmes “mais artísticos” e fora do circuito comercial. Porém, sempre haverá uma locadora próxima (ou um site para download). Vale a pena!

Crítica interessante sobre o filme aqui.
James Morrison é um cantor britânico de 24 anos e uma classificação bastante dada ao seu estilo é soul, mas também são notadas pitadas de pop rock. Mas classificações as vezes não são suficientemente boas pra definir alguma coisa, e é esse o caso do James.
Sabe aquele som que você ouve e imediatamente sente mais energia, uma alegria querendo surgir no meio de um monte de conflitos e tristezas do dia-a-dia? Sabe aquele som que você quer ouvir pra curtir uma fossa, um momento vergonhosamente sentimental? James é o mestre das canções pra todas essas situações.
Com seu talento e sua voz, comparada pela crítica a de Stevie Wonder (wow!), conquistou milhões de cópias vendidas de seu primeiro álbum, “Undiscovered”. Dele você deve conhecer “You Give Me Something”, que tocou bastante nas rádios daqui e fez parte da trilha sonora da novela “Paraíso Tropical”. Mas, é claro, James tem muito mais a mostrar. Seu segundo álbum, “Songs For You, Truths For Me” foi lançado esse ano e é tão bom (se não ainda melhor!) que o primeiro, feito raro entre cantores/bandas.
Recomendo fortemente!
Porque comer muitos doces (e salgados também) engorda, mas só um pedacinho não mata ninguém! Eu fiz um blog para minhas aventuras (nem sempre muito felizes) na cozinha:
http://adventuresinkitchen.wordpress.com/
Já tem receita lá